O processo de mumificação


A mumificação é um método de preservação de corpos de pessoas ou animais. Naquela época, este processo era muito caro. Portanto, a mumificação era reservada apenas aos faraós e sacerdotes.

O processo era realizado nas seguintes etapas:

1- Abria-se o cadáver na região do abdômen e retirava-se todas as vísceras, como os rins, coração, pulmão, etc. Para extrair o cérebro, aplicava-se um ácido pelas narinas, o que derretia a massa cefálica. Após o derretimento, os restos eram retirado através também das narinas, com o uso de uma espátula metálica.

2- O corpo era posto em uma câmara com natrão (espécie de sal), para ser desidratado e esterilizado.

3- Após a desidratação, o corpo era preenchido com serragens e textos sagrados. Eram aplicados também alguns perfumes, entre outras substâncias para ajudar na conservação.

4- Por fim, o corpo era envolvido em faixas de linho branco.

Ao final, a múmia era colocada dentro de um sarcófago, para ser levado à pirâmide. A eficiência deste processo permite que as múmias estejam conservadas até hoje. Com o avanço tecnológico, é possível identificar há quantos anos aquele faraó morreu, ou até mesmo a causa da morte, as doenças contraídas, etc.
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Radioatividade: O que é Radioatividade e Radiação?




No final do século XIX, o físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen (1845-1923), trabalhando com raios catódicos, percebeu que estes, ao se chocarem com vidros ou metais, produziam um novo tipo de radiação. Estudos posteriores permitiram concluir que essas radiações não apresentam nem massa nem carga elétrica. Elas foram denominadas raios X e atualmente são utilizadas no diagnóstico de fraturas ósseas e de várias outras ocorrências médicas.
Núcleos atômicos instáveis irão espontaneamente se decompor para formar um núcleo com maior estabilidade. Este processo de decomposição é denominado radioatividade. A energia e partículas que são liberadas durante este processo de decomposição são chamadas de radiação. Quando núcleos instáveis são decompostos na natureza, o processo é caracterizado radioatividade natural ou espontânea. Se os núcleos instáveis forem preparados em laboratório, a decomposição será chamada de radioatividade induzida
Além do uso na medicina (principalmente na Radiografia – como ferramenta para diagnósticos – e na Radioterapia – método capaz de destruir células tumorais através do uso de radiação), a radiação também pode ser utilizada na esterilização de materiais, na preservação de alimentos, como o morango, e na datação de artefatos históricos. 
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Pedras que se movem sozinhas.



Este fenômeno acontece no Racetrack Playa, em Death Valley, Estados Unidos. Ao longo do tempo, as pedras vão se movendo, e deixando o rastro de seu percurso. 


Ninguém nunca presenciou as pedras se movendo, mas suas trilhas não deixam dúvidas. Este fenômeno se deve aos fortes ventos e à água que desce das montanhas que circundam o local.

No entanto, estas explicações são só hipóteses. Ainda não se compreende o evento em sua totalidade.







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A teoria da relatividade e o tempo.




Em 1905, o físico alemão Albert Einsten disse que todos os corpos no Universo se move a uma velocidade distribuída entre as dimensões de tempo e espaço. Por exemplo, o tempo se passa em velocidade máxima para um corpo parado. Mas quando esse corpo aumenta sua velocidade na dimensão do espaço, a velocidade na dimensão do tempo diminui para ele, passando mais devagar.

"A 180km/h, 30 segundos passam em  29,99999999999952 segundos. A 1,08 bilhões de km/h, o tempo simplesmente não passa."
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O destino do sol.



O sol queima bilhões de toneladas de hidrogênio por minuto. Contudo, em aproximadamente 7,5 bilhões de anos, esse hidrogênio acabará, e o astro solar buscará seu combustível fora do seu núcleo, além de consumir suas próprias cinzas. Ao final desse processo, a pressão interna crescerá de tal forma que obrigará ao astro a se expandir. Devido a essa expansão, o sol se transformará numa gigante vermelha. O raio desta gigante se tornará maior que a órbita da terra, e por consequência, nosso planeta será sugado para seu núcleo, e não restará nada do nosso belo planeta azul pra contar história. 

E para que todo esse processo ocorra,  milhares de toneladas de combustível de hélio é queimado. E quando isso acabar, o núcleo irá se expandir, para logo em seguida se esfriar. As suas camadas exteriores se expandirão e soltarão material solar. E, finalmente, o sol se tornará uma anã branca, e depois uma anã negra, que são estrelas de pequeno porte, e sem muito brilho. 

A imagem representa uma Anã Branca.

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Tempo de vida das estrelas.



O tempo de vida das estrelas varia conforme a sua massa. Quanto maior for a massa do astro, menor será o seu período de vida, por exemplo, um astro de massa dez vezes maior que o sol pode durar dezenas de milhões de ano, enquanto o astro solar dura cerca de 10 bilhões de anos. E, as estrelas que possui um décimo da massa solar vive várias dezenas de bilhões de anos. 

Isaque Dias
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O nascimento das estrelas





Em geral, as estrelas provém de nuvens nebulosas, formadas de poeira cósmica. É isso que nos conta a professora Thais Idiart, do Departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). "As melhores condições para se formar estrelas são encontradas nas chamadas nuvens escuras, que podem ser de gás, de poeira ou moleculares". Algumas dessas poeiras possuem tamanho proporcional ao do nosso sistema solar, com bilhões de quilômetros, e a temperatura no interior dela equivale a aproximadamente -260 ºC. E então, a partir dela se formam grupos de estrelas.”

O processo de nascimento se inicia quando uma grande massa da nuvem nebulosa começa a se contrair, e se fragmentar, devido a instabilidade da força gravitacional, e ao passo em que isso acontece, estes fragmentos são aquecidos, até se tornarem “Proto-estrelas”.  "Quando a temperatura no centro deles alcança um valor alto suficiente para começar a reação de fusão nuclear, a contração para e a estrela nasce". E esta nuvem pode também ser fragmentada devido a constante mudança da força gravitacional, e assim são formadas dezenas de estrelas. 

Na foto acima podemos ver a Nebulosa de Orion, que dista 1.500 anos-luz do sol.


Isaque Dias
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